Pessoas que dormem
menos de seis horas por noite têm mais dificuldade para perder gordura quando
fazem dieta do que aquelas que dormem mais de oito horas.
Segundo o Dr. Flávio
Aloe, coordenador do Laboratório do Sono do Centro Inter Departamental para os
estudos do sono do Hospital das Clínicas, dormir é tão vital quanto estar
acordado. “Dormir pouco é menos alimento para a alma, não adianta praticar
esportes e não ter uma boa noite de sono, uma coisa depende da outra. É
necessário que a pessoa tenha oito horas de sono por dia”, diz ele. Pode-se
dizer que este período atua como um relaxante muscular, por proporcionar
descanso ao organismo de uma forma geral. “Isso não quer dizer que só dormir
trará um relaxamento muscular”, explica.
De acordo com um estudo da Universidade de Chicago (EUA), quem está fazendo dieta e dorme pouco emagrece, mas a quantidade de gordura eliminada é quatro vezes menor do que a quantidade de massa magra perdida.
A pesquisa, publicada na revista "Annals of Internal Medicine", avaliou pessoas de 35 a 49 anos com obesidade ou sobrepeso. Os voluntários foram divididos em dois grupos e submetidos ao mesmo regime alimentar de restrição calórica.
A única diferença foi a quantidade de horas de sono - enquanto um grupo dormiu oito horas e meia por noite, o outro dormiu cinco horas e meia.
Depois de duas semanas, a média de perda de peso dos dois grupos foi a mesma: cerca de 3 kg. Mas houve uma diferença de 55% na quantidade de gordura perdida.
Quem dormiu menos eliminou cerca de meio quilo de gordura e 2,5 kg de massa magra. Já quem dormiu mais perdeu 1,5 kg de gordura.
sono.
Segundo ela ao dormir nosso organismo produz melatonina, substância responsável por ampliar o efeito supressor do apetite para que possamos continuar com o sono - mantendo o cérebro em estado de alimentação – e produzindo mais melatonina.
Heloísa alerta que diminuindo o tempo de sono diminui-se a produção de melatonina o que faz com que a pessoa coma mais de dia e de noite!!! Os participantes do estudo também foram questionados sobre a sensação de saciedade. Constatou-se que as horas a mais de sono também ajudaram a controlar a fome e diminuir o apetite.
De acordo com os pesquisadores, quem dormiu pouco teve uma produção maior de grelina, hormônio que provoca a fome e reduz o gasto energético.
Além de ter níveis maiores de grelina, essas pessoas produziram mais uma substância que aumenta o apetite: a grelina ácida.
Apesar dos resultados significativos, o estudo tem algumas limitações, como por exemplo o número de participantes, dez, considerado pequeno para resultados definitivos. Outra limitação é que a experiência durou apenas duas semanas.
Mesmo assim, os autores do trabalho acreditam que os resultados podem ajudar nos tratamentos de obesidade e distúrbios do sono.
Heloísa Bernardes em seu livro De Olho na Saúde – Editora HLB – fala da importância do
E isso vale para qualquer perda de quantidade de sono. “Só o sono que você perde no início da noite já é suficiente para aumentar seu apetite por açúcar e fazer você engordar” diz ela.
Dicas de Heloísa Bernardes para sono de qualidade:
- O ideal é dormir por 8 horas por noite e o mais próximo possível do escurecer;
- Vá para cama mãos cedo, gradualmente;
- Durma o máximo de horas que puder;
- Acorde sempre o mais próximo possível do raiar do dia;
- Menos TV à noite. A luz pulsante da tela da televisão, depois que escurece, destrói a produção de melatonina a longo prazo;
- Mantenha as luzes da casa numa intensidade baixa após escurecer;
- Quando for para cama, procure dormir em total escuridão.
De acordo com um estudo da Universidade de Chicago (EUA), quem está fazendo dieta e dorme pouco emagrece, mas a quantidade de gordura eliminada é quatro vezes menor do que a quantidade de massa magra perdida.
A pesquisa, publicada na revista "Annals of Internal Medicine", avaliou pessoas de 35 a 49 anos com obesidade ou sobrepeso. Os voluntários foram divididos em dois grupos e submetidos ao mesmo regime alimentar de restrição calórica.
A única diferença foi a quantidade de horas de sono - enquanto um grupo dormiu oito horas e meia por noite, o outro dormiu cinco horas e meia.
Depois de duas semanas, a média de perda de peso dos dois grupos foi a mesma: cerca de 3 kg. Mas houve uma diferença de 55% na quantidade de gordura perdida.
Quem dormiu menos eliminou cerca de meio quilo de gordura e 2,5 kg de massa magra. Já quem dormiu mais perdeu 1,5 kg de gordura.
sono.
Segundo ela ao dormir nosso organismo produz melatonina, substância responsável por ampliar o efeito supressor do apetite para que possamos continuar com o sono - mantendo o cérebro em estado de alimentação – e produzindo mais melatonina.
Heloísa alerta que diminuindo o tempo de sono diminui-se a produção de melatonina o que faz com que a pessoa coma mais de dia e de noite!!! Os participantes do estudo também foram questionados sobre a sensação de saciedade. Constatou-se que as horas a mais de sono também ajudaram a controlar a fome e diminuir o apetite.
De acordo com os pesquisadores, quem dormiu pouco teve uma produção maior de grelina, hormônio que provoca a fome e reduz o gasto energético.
Além de ter níveis maiores de grelina, essas pessoas produziram mais uma substância que aumenta o apetite: a grelina ácida.
Apesar dos resultados significativos, o estudo tem algumas limitações, como por exemplo o número de participantes, dez, considerado pequeno para resultados definitivos. Outra limitação é que a experiência durou apenas duas semanas.
Mesmo assim, os autores do trabalho acreditam que os resultados podem ajudar nos tratamentos de obesidade e distúrbios do sono.
Heloísa Bernardes em seu livro De Olho na Saúde – Editora HLB – fala da importância do
E isso vale para qualquer perda de quantidade de sono. “Só o sono que você perde no início da noite já é suficiente para aumentar seu apetite por açúcar e fazer você engordar” diz ela.
Dicas de Heloísa Bernardes para sono de qualidade:
- O ideal é dormir por 8 horas por noite e o mais próximo possível do escurecer;
- Vá para cama mãos cedo, gradualmente;
- Durma o máximo de horas que puder;
- Acorde sempre o mais próximo possível do raiar do dia;
- Menos TV à noite. A luz pulsante da tela da televisão, depois que escurece, destrói a produção de melatonina a longo prazo;
- Mantenha as luzes da casa numa intensidade baixa após escurecer;
- Quando for para cama, procure dormir em total escuridão.

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